quarta-feira, 26 de junho de 2019

Entrevista na rádio!




Oi gente! Olha que legal, vou dar uma entrevista pra Rádio Itapuí de Santo Antônio da Patrulha!
Vai ser sexta feira agora ( dia 28) ás 16 horas! Vocês podem escutar pelo site http://www.radioitapui.com.br 
ou baixar pelo App RadiosNet
Não esqueçam!!! Beijos!

domingo, 23 de junho de 2019

Diabetes

 Diabetes relacionado à Fibrose Cística



O Diabetes relacionado à Fibrose Cística (DRFC) é um tipo de diabetes muito comum em pessoas que têm FC. Com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado o DRFC pode ser gerenciado com sucesso! Saiba mais:
Causas do Diabetes relacionado à Fibrose Cística:
Existem dois tipos de diabetes que afetam a população que não tem Fibrose Cística. O diabetes tipo 1, que ocorre quando o pâncreas para completamente de produzir insulina, e o diabetes tipo 2, quando o pâncreas não produz insulina suficiente.
O DRFC compartilha algumas características presentes no diabetes tipos 1 e 2. Pessoas que têm FC produzem um muco espesso e viscoso no pâncreas, que provocam cicatrizes nesse órgão. Essas cicatrizes impedem que o pâncreas produza insulina (diabetes tipo 1). Além disso, as pessoas com DRFC podem não responder corretamente à insulina ou serem resistentes a essa substância (diabetes tipo 2).
Sintomas e diagnóstico: 
Quem tem DRFC pode não demonstrar nenhum tipo de sintoma. Em outros casos, alguns dos sinais que o diabetes pode apresentar são confundidos com sinais comuns para as pessoas que têm FC.
Alguns sintomas comuns do DRFC são: aumento da sede e vontade de ir ao banheiro, causados pelos altos níveis de açúcar no sangue (conhecidos como hiperglicemia). Outros sinais são fadiga excessiva, perda de peso inexplicável e declínio da função pulmonar.
Recomenda-se que pessoas com Fibrose Cística que tenham mais de 10 anos realizem o exame para DRFC anualmente. Ao receber o resultado positivo para o Diabetes relacionado à Fibrose Cística, o tratamento já pode ser iniciado. Dessa maneira, o peso e a função pulmonar já vão apresentar uma melhora significante.
Tratamento para o DRFC: 
O objetivo principal do tratamento do DRFC é manter o nível de açúcar no sangue o mais regulado possível.
Fazendo isso, você já terá um ganho de peso, conseguirá manter a sua massa muscular e apresentar mais energia para as atividades do dia a dia. Em geral, o tratamento para o DRFC é gerido com medicações, acompanhamento do nível de açúcar do sangue, uma dieta de alto teor calórico (acompanhada de nutricionista e endocrinologista) e atividades físicas.
O medicamento usado no tratamento do DRFC é a insulina. Existem muitas variações de insulina: umas são absorvidas mais rapidamente, outras ficam no corpo por mais tempo. Essa variedade garante que o tratamento seja adaptado de acordo com a necessidade de cada pessoa. Assim que a insulina é injetada no corpo ela faz com que os açúcares e proteínas movam-se do sangue para as células do corpo. Esse processo permite que o corpo gere energia, construa músculos e armazene gordura.
Diferente de quem apresenta os tipos 1 e 2 de diabetes, pessoas com DRFC precisam ter uma dieta hipercalórica (que já é comum para as pessoas que têm Fibrose Cística). Porém, apesar de ser hipercalórica, a dieta precisa ser saudável e rica em proteínas, gordura e sal. A única diferença da dieta hipercalórica tradicional de quem tem FC, as pessoas que têm Fibrose Cística e são diabéticas precisam prestar atenção na quantidade de açúcar presente nos alimentos. Para garantir que você tenha uma alimentação equilibrada de acordo com as suas necessidades, não deixe de conversar com um nutricionista e um endocrinologista!
As atividades físicas são boas para melhorar a função pulmonar e melhorar as respostas que o seu corpo vai apresentar ao receber a insulina. Quem tem DRFC deve fazer pelo menos 150 minutos de algum tipo de atividade aeróbica por semana.



Fonte texto e imagem: http://unidospelavida.org.br/saiba-mais-sobre-o-diabetes-relacionado-a-fibrose-cistica/

sábado, 22 de junho de 2019

Rodízio de insulina!

Pessoal queria falar com vocês sobre o "rodízio de insulina" pois aplicar insulina sempre no mesmo lugar acaba provocando feridas!



Leiam aqui embaixo ↴↴↴↴


Pacientes que usam insulina três ou mais vezes por dia devem adotar a prática de rodízio dos locais de aplicação. Usar a mesma área por muito tempo pode provocar caroços ou depósitos de gordura extra, formando nódulos. Essas lesões não são apenas feridas, mas também podem alterar a forma como a insulina é absorvida, tornando mais difícil manter o controle glicêmico.
Para evitar essas lesões na pele, é importante praticar o RODÍZIO dos locais de aplicação. Isso porque, com o tempo, médico e paciente vão aprender quais os locais que proporcionam melhor controle glicêmico em diferentes momentos do dia.

A velocidade com que a insulina é absorvida pelo organismo segue a seguinte ordem:
• É mais rápida no abdômen.
• Um pouco mais lenta nos braços.
• Mais lenta ainda nas pernas.
• Mais lenta nas nádegas.

Como fazer o rodízio:

•Alternar a coxa ou o braço esquerdo e direito

•Dividir cada região em pequenas partes com distância mínima de 1 cm (um ou dois dedos), formando vários pontos distintos em cada região de aplicação.
•Aplicar em um ponto diferente a cada aplicação prevenindo a lipo hipertrofia.
•Não injetar insulina perto do umbigo. Como o tecido não é resistente, a absorção da insulina não será tão consistente.
•Não aplicar insulina perto de pintas ou cicatrizes.

•Usar somente a área exterior do braço, onde há mais gordura.
Para facilitar a prega subcutânea no braço, apoiá-lo no encosto de uma cadeira ou utilizar agulhas curtas, pois não necessitam de prega subcutânea e facilitam a aplicação. Prega subcutânea é uma pinça realizada com os dedos polegar e indicador. Serve para evidenciar o subcutâneo, e assim evitar a aplicação de insulina no músculo.


Quais os riscos quando a insulina não é aplicada no subcutâneo?



A aplicação fora do tecido subcutâneo altera a velocidade com que a insulina é absorvida e desta forma altera o controle glicêmico.

•Não aplicar insulina na parte interna das coxas. Ao caminhar, este local se tornará mais dolorido.
•Não injetar insulina em uma área que será exercitada na sequência. Os exercícios aumentam o fluxo sanguíneo e isso faz com que a insulina de ação lenta seja absorvida mais rapidamente do que o normal.
•Escolher o comprimento da agulha corretamente pode reduzir a dor da injeção.

•Mudar o local de aplicação a cada uma ou duas semanas.Quando injetar a insulina na mesma área do corpo, sempre alternar o local da injeção.


Em seguida, escolher outra área do corpo e repetir o processo. As dicas listadas vão ajudar o paciente a fazer o rodízio corretamente.










sexta-feira, 21 de junho de 2019



Oi gente! Semana que vem vai ter uma novidade bem legal aqui!! Aguardem 😜😜💞

quinta-feira, 13 de junho de 2019

NOW!

Oi gente! Vocês já viram a novidade?? O filme A CINCO PASSOS DE VOCÊ, que conta a história de dois pacientes com FC chegou no NOW!

Corre lá pra alugar e assistir, vale muito a pena! 🎦❤💏